
A situação do São Paulo definiu seu representante para a eleição presidencial do clube, marcada para o fim deste ano. Sócio do Tricolor, Vinicius de Medeiros será o candidato da chapa governista na disputa que acontecerá em dezembro.
Embora a composição completa da chapa ainda não tenha sido oficializada, Vinicius já teve sua candidatura lançada durante um evento realizado no último sábado, no clube social do São Paulo. Ele enfrentará Marcelo Portugal Gouvêa, nome escolhido pela oposição para concorrer ao cargo.
A definição do candidato governista demorou mais do que o esperado devido às incertezas nos bastidores. Um dos principais cotados para a disputa era Adilson Alves Martins, que optou por não concorrer por razões pessoais. Empresário, ele alegou não conseguir conciliar as atividades profissionais com a responsabilidade de comandar o clube.
Outro nome que chegou a ser considerado foi o de Harry Massis, atual presidente do São Paulo. No entanto, o dirigente perdeu força internamente e não alcançou o apoio necessário para viabilizar sua candidatura. Fernando Bracalle Ambrogi e Themistocles Almeida também tiveram seus nomes avaliados, mas recusaram o convite para participar da eleição.
Com isso, Vinicius de Medeiros superou a concorrência de José Edgard Galvão, outro postulante analisado pela situação, e acabou sendo o escolhido para liderar a chapa governista.
Do outro lado, Marcelo Portugal Gouvêa teve sua candidatura oficializada no início deste mês. Diferentemente da situação, a oposição já concluiu a formação de sua chapa e realizou a inscrição para o pleito, previsto para ocorrer na primeira quinzena de dezembro.
Quem é Vinicius de Medeiros?
Sócio do São Paulo e integrante do Conselho de Administração do clube, Vinicius de Medeiros foi eleito para o órgão durante o primeiro mandato do ex-presidente Julio Casares e reconduzido ao cargo em 2023. O candidato da situação também integra o grupo político Legião Tricolor.
A única dúvida que fica é até quando vai curar. Adilson que seria candidato e deixou de ser em 12 horas, virou vice do Medeiros e deixou de ser em duas horas.
Paulo Pontes