São Paulo se acostuma a “ressuscitar” rivais no Campeonato Brasileiro

O São Paulo tem se acostumado a “ressuscitar” rivais no Campeonato Brasileiro. O último clube que acabou se beneficiando de enfrentar o Tricolor foi o Internacional, que nesta quarta-feira saiu de campo com a vitória, de virada, por 2 a 1, pela 23ª rodada da competição por pontos corridos.

Até então o Internacional ainda não havia vencido no Campeonato Brasileiro sob o comando de Eduardo Coudet. E a situação parecia que não iria mudar nesta quarta-feira, já que Calleri abriu o placar para o São Paulo em cobrança de pênalti. No segundo tempo, porém, o Colorado reagiu e conseguiu a virada, conquistando seu primeiro triunfo no torneio nacional após sete partidas.

Coudet reestreou como treinador do Internacional contra o Red Bull Bragantino, em julho deste ano. Desde então, o argentino havia somado quatro empates e três derrotas pelo Brasileirão, conquistando a primeira vitória após quase dois meses de trabalho.

Mas, não foi apenas o Internacional que se aproveitou do São Paulo. Outros três clubes que vinham mal das pernas também acabaram com incômodos jejuns após vencerem o Tricolor no Campeonato Brasileiro.

O Cruzeiro, por exemplo, não vencia há sete jogos até enfrentar o Tricolor, que acabou sendo derrotado por 1 a 0 no Independência, acabando com um jejum de mais de um mês.

O América-MG também não deixou a oportunidade de somar três preciosos pontos contra o São Paulo, acabando com uma série de oito partidas sem um resultado positivo no Campeonato Brasileiro.

O Atlético-MG também não ficou de fora da festa. Visitando o São Paulo no Morumbi, o Galo contou com um golaço de Hulk, em cobrança de falta de muito longe, e outro de Pavón para vencer por 2 a 0, dando fim a uma sequência de dez partidas sem um resultado positivo. Foi também o primeiro triunfo de Luiz Felipe Scolari à frente da equipe.

 

Um comentário em “São Paulo se acostuma a “ressuscitar” rivais no Campeonato Brasileiro

  1. Alguém já ouviu isso: “São problemas interna corporis que nós tratamos internamente!”
    Eu fico na expectativa de que a proximidade cada vez maior do Z4 no Brasileiro, acelere uma efetiva tomada de decisão sobre o tratamento dessas “pequenas questiúnculas”…

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