A série de lesões ocorridas nesta temporada vão provocar a primeira mudança estrutural do São Paulo. O clube, depois da eliminação no Campeonato Paulista, prepara alterações no departamento médico.
O médico Tadeu Moreno deixa o clube e seguirá na carreira particular de cirurgião e ortopedista, enquanto José Sánchez assumirá uma função de coordenador médico de transição, fora do dia a dia do CT da Barra Funda.
Desde a reapresentação do elenco nesta quarta-feira, a diretoria tem promovido mudanças no setor médico. A decisão vem como a tentativa de encontrar uma resposta aos problemas de lesão enfrentados nesta temporada.
Os novos profissionais são Ricardo Galotti e Fábio Luiz Novi, que trabalhavam na base tricolor em Cotia.
O departamento médico do São Paulo vem sofrendo mudanças desde o início da gestão, com a chegada de novos profissionais no departamento de fisioterapia, além de novos aparelhos. Recentemente, o clube lançou o Reffis plus, com o setor remodelado e modernizado.
Porém, as lesões seguiram ocorrendo. Somente em 2023, segundo dados do Espião Estatístico, o elenco do São Paulo enfrentou 16 problemas médicos, número abaixo apenas a 2017, quando 17 baixas médicas foram registradas nos dois primeiros meses de temporada.
Entre os 16 problemas vivenciados por elenco e comissão técnica, até quatro vão precisar de cirurgia: Ferraresi e Talles Costa operaram, enquanto Galoppo passará pelo processo nos próximos dias. Igor Vinícius também deve precisar de intervenção médica contra uma pubalgia.
O excesso de problemas clínicos ganhou força na eliminação do Paulistão ocorrida na última segunda-feira, depois de derrota nos pênaltis para o Água Santa, no Allianz Parque.
Na partida, Galoppo sofreu a grave lesão que o tirará de ação pelos próximos meses. Já Welington teve uma entorse no tornozelo esquerdo e passará por mais exames para saber qual tratamento seguir.
Jogaram o sofá fora!!!
Ao invés de por pra fora a “mulher infiel pega com o amante no sofá”, o RC que se aproveita do SP desde seus últimos contratos, a diretoria resolveu trocar de médico, como se o médico torcesse joelhos nos campos ou estourasse musculos pela intensidade de treinamentos físicos e jogos pegados.
O problema não está no D.M.; está no treinador e preparadores físicos – também, lógico, em alguns atletas com baixas capacidades físicas.
E o treinador é 99% o responsável pela forma dos treinos e disposição em jogos…
FORA ROGÉRIO CENI!!!
Trocaram 6 por meia-dúzia, nesse caso santo de casa não faz milagre.
Tem que ir no mercado e buscar profissional de primeira linha e trabalhar em tempo integral para o SPFC.
Agora vai… O Dr. Bartolomeu Guimarães assumiu a coordenação médica de transição de todo o Dep. Médico. Ah… me lembrei daquela velha anedota do cara que pegou a mulher transando com o vizinho no sola da sala e decidiu vender o sofá para resolver o problema.
Kkkk, pobre SP.