
Em ação trabalhista na qual cobra R$ 14 milhões do São Paulo, o zagueiro Ruan Tressoldi acusa o clube de negligência médica durante sua passagem entre janeiro e junho de 2025.
Tressoldi alega que o São Paulo deixou de fazer um seguro obrigatório, o colocou em campo com dores e exames que apontavam lesão no joelho direito, o submeteu a um tratamento que, na época, era classificado pelo Conselho Federal de Medicina como experimental, adiou uma cirurgia que era necessária, enquanto atrasava pagamentos de direito de imagem.
O São Paulo nega, no processo, as acusações, afirmando que o zagueiro recebeu acompanhamento contínuo com exames, tratamento fisioterápico e avaliações médicas especializadas. O clube sustenta que não houve negligência, abandono ou agravamento do quadro clínico.
Tressoldi diz à Justiça que começou a sentir fortes dores em confronto diante do Palmeiras no dia 11 de maio, mas foi orientado a seguir em campo mesmo avisando o São Paulo. Em seguida, diz que foi escalado para a partida contra o Libertad no dia 14 sem que tivesse sido realizado qualquer exame.
No dia 15, uma ressonância magnética apontou uma lesão de menisco, edema e tendinopatia no tendão patelar. Ainda assim, ele foi escalado para enfrentar o Náutico no dia 20.
Ruan ainda alega que, imediatamente após a lesão, o São Paulo deixou de pagar ao Sassuolo, da Itália, clube ao qual ele pertencia, os valores do empréstimo.
O São Paulo, por sua vez, alega no processo que chegou a chegou a negociar com o Sassuolo pela permanência do defensor, mas não teve sucesso.
Tressoldi narra que foi submetido, sem ter informações suficientes para tomar uma decisão, ao procedimento de Plasma Rico em Plaquetas, que até julho de 2026 era considerado experimental pelo CFM e restrito a protocolos de pesquisa no Brasil.
Depois desse procedimento, decidiu-se pela cirurgia, mas o zagueiro afirma que, em meio a discussões e atrasos entre São Paulo e Sassuolo, a operação passou a ser adiada, com nenhum dos dois clubes disposto a arcar com ela.
Ruan então diz que pediu ao clube para que acionasse seu seguro de atleta para a realização da cirurgia por conta própria, mas que foi informado de que a cobertura não tinha sido contratada.
No dia 30 de junho, final do seu contrato de empréstimo, foi liberado pelo São Paulo sem passar pela operação. Ela aconteceu no dia 8 de julho, e foi paga em quatro vezes no cartão de crédito.
O São Paulo diz no processo que o zagueiro tinha acesso a plano de saúde com cobertura premium, que incluía atendimento no Hospital Albert Einstein, “apta a custear os procedimentos necessários ao seu tratamento e bem-estar, inexistindo qualquer negativa de assistência que possa ser imputada ao SPFC”.
Ao longo desse processo, ele afirma, ficou com três meses de direitos de imagem atrasados. Recebeu R$ 444 mil do clube referentes a rescisão contratual.
Tressoldi cobra do clube um total de R$ 13,7 milhões, sendo: R$ 540 mil em direitos de imagem atrasados; R$ 420 mil em verbas rescisórias; R$ 26,4 mil em ressarcimento de despesas médicas; R$ 4,5 milhões em danos morais; R$ 450 mil em multas; R$ 6 milhões em indenização pela não contratação de seguro de atleta; R$ 1,8 milhões em honorários advocatícios e outros valores a serem calculados.
O São Paulo afirma que todos os valores rescisórios foram pagos rigorosamente de acordo com a Lei, que o zagueiro teve acesso integral a acompanhamento médico profissional e que não houve qualquer tipo de negligência no caso.
O clube viveu em 2025 uma crise profunda de lesões, chegando a ter 65 jogadores machucados ao longo da temporada. Além da turbulência política, houve uma crise de comando e conflito de filosofias de trabalho no departamento médico, principalmente no segundo semestre.
Fonte: Uol
Nota do PP: deve ter a mão de Rui Costa nessa história. Afinal, seu concunhado é o empresário deste jogadorzinho meia boca.
Rui Costa e a vingança… se quebrar o sigilo telemático…
Não dá pra fingir surpresa, pois o açougue da Barra Funda é a área mais surreal do clube. Médico sem registro, ginecologista, assédio sexual, caneta falsa pra emagrecer, laudo falso… Qualquer fã do esporte com um pouquinho de experiência conseguia notar que algo estava errado. Já perdeu e continuará perdendo os processos…
Caiu no açougue? Fim de carreira.
Impressionante no sao paulo so tem coisa ruim? sera que veremos ainda algum dia coisas boas?Tudo bem jogador tem seu direito e etc, mas no sao paulo virou um oba oba danado pq sabe que o clube esta falido e que dificilmente vai pagar pendencias qual seja, se ate salarios, direito de imagem do elenco esta atrasado.
Sao Paulo virou casa da mae joana, abandonado a propria sorte, clube falido e rumo a Serie B, se ele esta vitimizando e tentando arrancar uma grana no sao paulo isso so acontece pela desorganizacao, gestao desastrosa e danosa, atual e anteriores.
A famosa frase, “O ultimo apaga a luz” se ainda tiver luz
TUDO É CULPA DO SPFC?
O atleta se apresenta ao Clube já em estado físico precário. Posteriormente, sofre agravamento de sua condição e, de forma contraditória, imputa ao SPFC a ausência de assistência médica adequada. Apenas neste momento alega que o “departamento médico” disponibilizado pela instituição não teria adotado o protocolo correto de tratamento. Trata-se de conduta típica de aproveitador contumaz.
A postura do jogador revela nítida tentativa de vitimização, com o intuito de locupletar-se indevidamente, induzindo o público a acreditar em uma narrativa dissociada da realidade fática.
É certo que eventual inadimplemento contratual quanto a verbas salariais ou direitos trabalhistas deve ser discutido nos autos, em sede própria. Todavia, a estratégia de vitimização busca majorar artificialmente a pretensão de indenização por danos morais, configurando evidente má-fé processual e tentativa de enriquecimento ilícito.