Quem bate falta? Tricolor reencontra última vítima de Ceni ‘sem cobrador’

Era abril do ano passado quando Rogério Ceni marcou seu último gol de falta pelo São Paulo. Justamente no Campeonato Paulista, justamente contra o Red Bull Brasil, adversário do Tricolor Paulista neste sábado, às 19h30, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (há quase um ano, o time do Morumbi venceu por 3 a 0 em casa e se classificou para a semifinal da competição).

Sem Ceni, PH Ganso, Michel Bastos, Alan Kardec, Denis e até mesmo Thiago Mendes acirram a disputa pelo posto de batedor oficial.

Kardec, Michel Bastos e Ganso largam na frente. Os três são os que mais ensaiam cobranças no CT da Barra da Funda após as atividades. No jogo-treino contra o Boa Esporte, no Pacaembu, o centroavante mandou uma no travessão adversário e conta com uma ajudinha especial para ter sucesso nas batidas: os pitacos do técnico Edgardo Bauza.

– Eu sempre tive uma boa finalização, então bater falta é algo natural. Acredito que o sucesso venha do treino, das repetições. É claro que é preciso escutar alguns conselhos, ouvir dicas, o próprio Bauza acabou conversando comigo sobre o pé de apoio, sobre a posição do corpo, legal isso – contou Kardec aoLANCE!.

Com meta de um gol por jogo durante a temporada, o camisa 14 espera poder contribuir com o time:

– Quem sabe eu não ajude com uns golzinhos de falta? – sorri.

Porém, Kardec não ganhará facilmente o posto de batedor no São Paulo. Justamente a competição interna, tão valorizada por Patón, aparece para “atrapalhar” os planos do centroavante. Além de Michel Bastos e Ganso, acostumados às cobranças, até o volante Thiago Mendes demonstrou interesse pelas batidas.

– Quero tentar trabalhar, vou tentar buscar, melhorar nisso ai – garante o protetor da defesa.

Por enquanto, Denis é quem está mais distante do posto. O goleiro aprendeu com Ceni a bater, mas prefere se firmar na meta tricolor antes de se arriscar à frente da equipe.

Sem um batedor oficial definido, a equipe de Patón entra em campo neste sábado para colocar em prática as primeiras lições do argentino: organização, compactação e solidez.

– O jogo é importante, nossa estreia oficial e um bom teste para a Libertadores – avalia Bauza.

Fonte: Lance

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