Vou listar aqui o que tenho ouvido as configurações políticas do momento no São Paulo, visando as eleições presidenciais. Digo “do momento”, porque a política do São Paulo muda a cada hora.
Na oposição tivemos, ao longo dos dias, Daurio Speranzini, Flávio Marques, Roberto Natel e Marcelinho Portugal Gouvea. Nomes que já foram citados e ficaram pelo caminho. Hoje o nome é de Rogério Caboclo, o assediador sexual da CBF, com Vinicius Medeiros para vice.
Eu já falei no ar que uma composição excelente seria Daurio para presidente, Carlos Sadi para vice e Flávio Marques para presidente do Conselho Deliberativo.
Na situação existem, no momento, quatro nomes que podem compor a chapa: Harry Massis, Adilson Alves, Marcelo Pepe e Vinicius Medeiros.
Massis, naturalmente, porque está na presidência do clube e, com a caneta na mão, por mais que esteja desprestigiado, pode virar o jogo; Adilson parece ser o nome mais cotado, porém sua vida profissional, já que é empresário e em alguns momentos não poderia estar ligado ao clube, tem que contornar o problema para se viabilizar; Marcelo Pepe circula bem no ambiente político e fora do clube conhece os bastidores e poderia ser um nome de renovação; Vinicius Medeiros, bem, é mais para ser vice de um deles do que presidente. Percebam que o nome de Medeiros está nos dois campos. Ele quer ser vice de qualquer maneira, ainda que seja de Caboclo.
Aliás, Vinicius Medeiros ainda tem um grande problema em suas mãos: Carlos Belmonte. Como coordenador do Legião, vai ter que decidir o que fazer com seu agora ex-líder na votação que ocorrerá no Conselho Deliberativo.
O que sei é que Massis, Adilson Alves e Marcelo Pepe não apoiariam Caboclo, de maneira alguma.
Para o Conselho Deliberativo a chapa da situação está entre Marcelo Pupo e um nome indicado por Themis, do Participação.
Paulo Pontes