
Harry Massis, presidente do São Paulo, garantiu a permanência do executivo de futebol Rui Costa e do gerente Rafinha mesmo após a crise causada pela troca de Hernán Crespo por Roger Machado. Em entrevista exclusiva à coluna, Massis afirmou estar “convicto” do projeto conduzido pelo atual departamento de futebol e minimizou a pressão interna e externa pela saída dos dirigentes.
A permanência da dupla vinha sendo fortemente cobrada nos bastidores do clube desde a eliminação precoce na Copa do Brasil e do desgaste causado pela troca no comando técnico. Crespo deixou o clube liderando o Campeonato Brasileiro e com forte respaldo da torcida, enquanto Roger enfrentou resistência desde a chegada e acabou demitido apenas 65 dias depois. Apesar disso, Massis afirmou que não pretende mexer na estrutura do futebol neste momento.
“Escolhi acreditar no projeto”
Questionado sobre o porquê de ter optado pela troca de Crespo por Roger Machado e, mesmo após o fracasso da mudança, manter Rui Costa e Rafinha no departamento de futebol, Massis reforçou sua confiança na atual gestão do setor.
“Porque eu escolhi acreditar no projeto que me foi apresentado. Rui e Rafinha entendem o que é trabalhar no São Paulo, sabem das dificuldades atuais do clube e trabalhamos diuturnamente para mudar essa situação. A eliminação precoce na Copa do Brasil é inaceitável e todos nós sabemos disso, temos que ajustar algumas questões internas para retomar o caminho das vitórias. Enquanto estivermos alinhados com o Departamento de Futebol e convictos do projeto em que temos trabalhado, Rui Costa e Rafinha estarão conosco. Sabemos da necessidade de voltar a jogar a Libertadores na próxima temporada e iremos trabalhar para isso”, afirmou.
Crise política e eleições
Massis também comentou sobre o momento político turbulento vivido pelo clube e reconheceu que a instabilidade interna tem impactado diretamente o ambiente no São Paulo. Ainda assim, descartou qualquer possibilidade de antecipação do processo eleitoral.
Na sua primeira entrevista quando assumiu a cadeira, você falou em buscar unir as alas políticas do clube. O São Paulo hoje vive uma efervescência política gigantesca, talvez a maior crise institucional de sua história. Você acha que essa missão fracassou? E você chegou a cogitar antecipar o processo eleitoral ou é algo que não passa pela sua cabeça?
“O principal problema do São Paulo hoje é a instabilidade política. Por isso estou trabalhando cada vez mais para tentar mudar este cenário. O que não vou aceitar jamais é que coloquem interesses pessoais acima dos da instituição. Ninguém é maior que o São Paulo. Atravessamos um processo de impeachment em janeiro, estamos em um momento instável, mas o São Paulo não pode parar, temos questões urgentes para resolver. O meu áudio vazado, por exemplo, foi um desabafo em uma conversa privada, mas até isso acabou sendo explorado politicamente. Lamento muito. Queremos propor o diálogo entre as partes e retomar a pacificação interna. O calendário seguirá os ritos normais e as eleições não serão antecipadas.”
Busca por novo diretor de marketing
Outro tema abordado pelo presidente foi a reposição para a vaga deixada por Eduardo Toni. Segundo Massis, o clube está em fase final de negociação com um profissional do mercado.
Após a saída de Eduardo Toni, como está a busca por um novo diretor de marketing? O clube procura um nome do mercado ou avalia alguém já ligado ao São Paulo?
“O São Paulo busca no mercado uma pessoa para liderar o departamento de marketing. Sabemos da necessidade de uma reposição e estamos realizando conversas com gestores experientes para entender qual profissional tem o perfil que precisamos para trabalhar no dia a dia do clube. É importante salientar que temos uma equipe extremamente qualificada e que as operações seguem em andamento, mas em breve devemos ter o anúncio do novo diretor. A negociação com o novo nome está na fase final e será levada à pauta junto ao Conselho de Administração. Esperamos divulgar isso em breve.”
Concorrência por venda de ingressos
Massis ainda confirmou que o clube abriu concorrência para definir a próxima empresa responsável pela venda de ingressos do Morumbis e afirmou que a atual parceira, a Total Acesso, segue na disputa.
O São Paulo abriu concorrência para a venda de ingressos do Morumbis. O que o clube busca de diferente no próximo contrato e existe a possibilidade de renovação com a atual parceira, a Total Acesso?
“Como em todos os contratos, estamos buscando incrementar receitas e ter melhores condições para o clube, além é claro de melhorar a experiência do torcedor. Abrimos uma concorrência, recebemos propostas de diversos players do mercado e iremos tentar chegar aos melhores termos possíveis. Sim, existe a possibilidade de renovação com o atual fornecedor, mas o novo contrato será feito com a empresa que entregar a melhor proposta”.
Fonte: Uol
Esse velho ASQUEROSO deve ter rabo preso com o Ruim Bosta, mas a hora dele vai chegar, viu Tio Paulo?
O MP está investigando tudo, logo teremos novidades!
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Como assim acreditando no projeto do Rui Costa e Rafinha, projeto é esse levar o time para serie B, afundar cada vez mais nesse fundo do poço sem fim.