
Harry Massis, presidente do São Paulo, definiu que não promoverá mudanças na estrutura do departamento de futebol do clube após a demissão de Roger Machado. Assim, o executivo de futebol Rui Costa e o gerente de futebol Rafinha seguem mantidos nos cargos.
Internamente, Massis avalia que a contratação de Roger Machado foi uma aposta respaldada por boas referências no mercado e que, apesar do desfecho negativo, a escolha tinha sustentação técnica no momento em que foi tomada. A leitura da alta cúpula são-paulina é de que o trabalho não funcionou dentro do contexto do clube, mas que isso não invalida o processo conduzido pelo departamento de futebol.
A permanência de Rui Costa, executivo de futebol, gera forte desgaste político a Massis nos bastidores. O UOL apurou que o presidente são-paulino foi extremamente pressionado nas últimas horas para buscar um novo profissional após a demissão de Roger Machado.
Aliados políticos cobraram mudanças mais profundas no comando do futebol e defenderam uma reformulação completa. Conselheiros ligados à base de apoio de Massis chegaram a ameaçar romper definitivamente com o presidente caso Rui Costa fosse mantido no cargo.
Mesmo diante da pressão interna, o presidente optou por sustentar o dirigente e manter a atual estrutura do departamento de futebol. A avaliação do presidente é de que uma troca generalizada neste momento aumentaria ainda mais a instabilidade política e esportiva do clube. Pesa também a relação de confiança estabelecida com Rui nos últimos meses.
Rafinha, que assumiu a função de gerente de futebol em janeiro, também permanece prestigiado internamente. O ex-lateral segue participando ativamente do dia a dia e é visto como pilar importante para a interlocução entre jogadores, comissão técnica e diretoria.
Com a saída de Roger Machado, o São Paulo agora trabalha no mercado em busca de um novo treinador para a sequência da temporada. Internamente, a prioridade é Dorival Júnior, livre no mercado após deixar o Corinthians.
As negociações são conduzidas por Rui Costa e Rafinha, que estiveram reunidos por cerca de 5 horas com o técnico em sua casa em Florianópolis. Conversas seguem na manhã desta sexta-feira (14).
Fonte: Uol
Nessa altura dos acontecimentos, as falas do Massis ou do Ruim Costa, tem o mesmo valor que uma nota de 30 reais. A Instituição está quebrada financeiramente falando, à beira de uma catástrofe. Sem $$$ em caixa, sem um time de futebol competitivo e ainda, sem produtos para a venda que possam interessar o mercado, como fazer $$$.
Esse velho deve ter algum podre que o Rui Costa sabe.
#foramassis
Confia nele sim…o mesmo que a uma semana bancou o Roger…kkkk
Aperta mais que ele peida.
Verdade
Kkkkkk