
O Conselho de Ética do São Paulo ouviu, nesta segunda-feira, Douglas Jack Schwartzmann e Mara Cutaia Casares, no inquérito que apura o escândalo da venda irregular de camarotes em shows no Morumbi.
Antes dos dois foram ouvidos Eduardo Tony, diretor de Marketing, e uma assistente, como testemunhas.
Durante o depoimento, Douglas Schwartzmann fez o Conselho de Ética de palanque, com gritos, tentando intimidar os presentes, como é de seu feitio (estilo de bandido contumaz). Já Mara Casares chorou e se disse perseguida politicamente . Ambos confirmaram a veracidade do áudio, porém Douglas disse nunca ter conseguido ouvir inteiro. Por isso foram dados cinco dias de prazo para ambos se manifestarem.
Durante a sessão o relator, Luiz Braga, apresentou a perícia feita por uma auditoria externa, dando certificação à veracidade do áudio. Como ambos não haviam tido acesso a esse relatório, foi dado um prazo de cinco dias para que a defesa apresenta argumentos.
A partir daí, serão dados dez dias para os advogados de acusação e defesa apresentarem as argumentações finais e 15 dias para o relator apresentar seu relatório, o que deverá acontecer, somando-se todos os prazos, em 30 dias.
Foi decretado sigilo nas investigações, a pedido de Douglas e de Mara.
Paulo Pontes
Chora sua puta!! Vaca!! FDP!!
Hummm… Sigilo é indício de cheiro de pizza no ar. Chorar é sempre um argumento poderoso para as mulheres…