
Lucas Moura terá oito jogos para convencer o São Paulo de que merece renovar seu contrato. De volta aos gramados após 160 dias afastado por uma ruptura no tendão de Aquiles, o camisa 7 tem vínculo até dezembro e corre o risco de ficar livre no mercado em janeiro caso não haja uma definição sobre seu futuro. O retorno contra o Vitória, neste sábado (10), foi o primeiro passo nessa tentativa.
Noite de Lucas Moura
O atacante colocou a situação política indefinida até o final do ano como principal fator pela indefinição. Ainda assim, admitiu a possibilidade de ficar livre no mercado no início do ano que vem:
Tenho contrato até dezembro. Se não decidir nada até lá, em janeiro estarei livre”.
O cenário mantém em aberto uma negociação que já passou por adiamentos. Como o UOL mostrou anteriormente, São Paulo e estafe do jogador haviam deixado para retomar as conversas por um novo vínculo após a Copa do Mundo. A grave lesão sofrida em maio mudou o planejamento, e a recuperação passou a ser a prioridade.
Agora, com o camisa 7 novamente à disposição, o Tricolor terá as oito rodadas restantes do Brasileirão para avaliar suas condições físicas e o que ele ainda pode entregar em campo. O próximo embate é no sábado, contra o Vasco, novamente no Morumbis.
Recuperação relâmpago
O camisa 7 rompeu o tendão de Aquiles da perna direita em maio, durante uma partida contra o Bahia, e passou por cirurgia no dia seguinte. Desde então, avançou nas etapas de reabilitação e voltou a treinar com atividades progressivamente mais próximas das exigências de um jogo oficial.
A utilização contra o Vitória seguiu o plano de retorno gradual. Lucas começou no banco e entrou aos 13 minutos do segundo tempo, com a expectativa de atuar por cerca de 15 a 30 minutos, dependendo da necessidade da equipe. O meia teve boa atuação na vitória por 2 a 1.
Depois da partida, Lucas se emocionou ao falar sobre a volta e celebrou a oportunidade de vestir novamente a camisa tricolor. “Foram cinco meses de muita dedicação, muita entrega, muito sofrimento. E eu não via a hora de pisar no Morumbi de novo, ver a torcida pulando, cantando, vestir essa camisa novamente”, afirmou.
Fonte: Uol
No máximo tem q ser por produtividade.
Se nao for o São Paulo quem vai querer jogador caro, 1.700.000,00 que pouco joga.