
O ex-presidente do São Paulo Julio Casares se pronunciou pela primeira vez publicamente sobre as investigações que apuram supostas irregularidades durante sua gestão no clube.
Em contato com o UOL, o dirigente negou todas as acusações, afirmou ser “plenamente inocente” e atribuiu o caso a uma disputa política.
“Requinte de crueldade”
Mais uma vez, sou vítima de perseguição e de histórias criadas para abalar a minha reputação. Refuto veementemente as absurdas e falsas acusações desferidas a mim. Mantenho-me com serenidade e provarei com elementos técnicos e com fatos cabais toda a minha lisura nessa trama. Sou plenamente inocente e fui envolvido num caso de armação orquestrada até com vazamentos seletivos que ocorrem repetidas vezes, mesmo com o sigilo e segredo de Justiça decretado.
Tudo fruto de uma guerra política fratricida com o objetivo exclusivamente da luta pelo poder. Com respeito às autoridades, tudo será demonstrado e a verdade revelada nas devidas instâncias.
Vamos revisitar tudo e cobrar as devidas responsabilidades de cada um envolvido nesse arbítrio, com falsas e criminosas afirmações, com absoluta covardia e requinte de crueldade. Sigo respeitando o sigilo decretado no caso e falarei no momento oportuno.
Julio Casares, ao UOL
Entenda o caso
A manifestação de Casares ocorre após o depoimento de duas testemunhas ouvidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público no âmbito das investigações sobre sua gestão no São Paulo. A informação inicial, divulgada pelo ge, foi confirmada pelo UOL.
As testemunhas afirmaram que o então presidente retirava dinheiro em espécie do clube, normalmente uma vez por mês, em valores que giravam em torno de R$ 100 mil. De acordo com os relatos, os recursos eram registrados inicialmente como destinados a “ações promocionais” e, posteriormente, tinham a prestação de contas vinculada à aquisição de ingressos.
Um dos inquéritos investiga 35 saques que somam R$ 11 milhões entre 2021 e 2025, além de depósitos de R$ 1,5 milhão nas contas de Casares. O ex-presidente é alvo de três investigações conduzidas por uma força-tarefa formada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
Casares nega ter cometido qualquer irregularidade.
Fonte: Uol
Nota do PP: matéria prá lá de ridícula. Só publiquei para que os senhores tenham noção de quanta tendência existe, ainda hoje, no jornalismo. Esse reporter do Uol, Valentin Furlan, é até um bom reporter, porém tendencioso. Talvez por dívida. Foi colocado no Uol a pedido de José Eduardo Martins, quando diretor de Comunicação do São Paulo e de Júlio Casares.
Que vagabundo discarado!