Entenda por que Crespo não usou Dinenno na derrota do São Paulo

Reforço do São Paulo para a segunda metade do ano, Juan Dinenno ficou apenas no banco de reservas na derrota de 2 a 0 para o Flamengo, neste sábado, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O técnico Hernán Crespo explicou porque não usou o atacante em sua reestreia.

“Temos muito espaço para melhorar em termos ofensivos. Para mim não era um jogo para o Dinenno. Eu pretendia atacar a profundidade. Acho que Ryan Francisco ou André Silva poderiam fazer isso. Dinenno acho que não tem essa características”, declarou.

A ideia do comandante, entretanto, é usar o jogador argentino ao longo dos próximos compromissos.

“Talvez, se encontrarmos um time rápido e com os laterais, Dinenno vai ser muito útil”, declarou.

Juan Dinenno fez sua estreia pelo São Paulo na derrota de 3 a 1 para o Vasco. O jogador entrou no segundo tempo da partida e pôde jogar por mais de 45 minutos.

O camisa 19 chegou ao Tricolor após não ter espaço no Cruzeiro. Na atual temporada, ele disputou apenas seis jogos com a camisa do time mineiro.

O atleta de 30 anos assinou vínculo de empréstimo com o São Paulo até o final deste ano, com possibilidade de renovação automática por mais uma temporada em caso de cumprimento de metas.

Dinenno disputa a vaga de titular no ataque são-paulino com André Silva e Ryan Francisco. Dono da posição, Calleri rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo (LCA) e pode não retornar nesta temporada.

O São Paulo volta a campo na quarta-feira, quando visita o Red Bull Bragantino, pela 14ª rodada da Série A. A bola rola no gramado do Estádio Municipal Cicero De Souza Marques, em Bragança Paulista (SP), a partir das 21h30 (de Brasília).

3 comentários em “Entenda por que Crespo não usou Dinenno na derrota do São Paulo

  1. Que clube horroroso esse São Paulo!
    Pra trazer um treinador mais burro que o antecessor não precisava gastar saliva e grana alta.
    O cara põe um time para jogar defensivamente com o Oscar (mortinho como sempre) e o André. Um caminha no campo como se estivesse numa praça do interior; o outro, além de lento, não é capaz de dominar qualquer bola pra ele passada – as bolas batem em seu peito e voltam dois metros pra longe; se vem por baixo, deixa bater no pé ou na canela e entrega ao adversário. Marca gols quando é possível com um único toque porque, caso precise ajeitar, já era – quando todo mundo sabe que pra jogar defensivamente precisa-se de dois velocistas que possam incomodar o adversário em alguns momentos.
    Triste São Paulo FC…

  2. “Eu pretendia atacar a profundidade” disse ele. E entrou com o André Silva, que não ganha corrida de ninguém e cai na primeira trombada de volantes…

  3. Declaração preocupante:
    a) atacar com laterais? Quais???
    b) atacar a profundidade? Com quais velocistas???
    c) como utilizar o Lucas Moura, um semi atleta e ex-jogador em atividade e
    d) utilizar uma tartaruga que atende pelo nome de Oscar, que não marca, não arma e não pisa na área?
    O começo do Crespo foi muito ruim.
    Ele escalou o time com uma proposta que não se ajusta ao material humano disponível.
    Aí resta a indagação:
    “Como será que ele pretende “passar” o café sem usar pó, ou a cápsula?
    Contratações???
    Com que $$$ e ainda, pior e como complicador, deixar de lado a fama já alastrada de que somos um pagador sistematicamente inadimplente com seus compromissos. A fama corre os vestiários e salas de todo o mundo.

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