Entenda os bastidores da demissão do diretor de marketing do São Paulo

Na noite de quinta-feira (31), Eduardo Toni, até então diretor de marketing do São Paulo, pediu demissão do cargo que ocupava havia cinco anos.

No momento, o Tricolor estuda nomes para repor sua saída. Vale destacar que a decisão foi tomada pelo próprio Eduardo Toni. Nos últimos dias, o diretor estava sendo alvo de forte pressão nos bastidores.

Contrato de patrocínio aumentou pressão
Parte da pressão interna aumentou após o clube recuar no contrato de patrocínio com a Unimed, que previa marca na barra da camisa.

O motivo foi a identificação de uma intermediária que receberia R$ 4,5 milhões em comissão, valor dividido em três anos.

Segundo apuração, uma empresa indicada pelo departamento de marketing aparecia como intermediária do negócio. Pelo acordo inicial, o Tricolor pagaria R$ 4,5 milhões pela operação, divididos em R$ 1,5 milhão por ano, ao longo de três temporadas.

A presença dessa intermediária chamou a atenção da presidência. Pelo fluxo interno, contratos negociados pelo marketing passam pelo Conselho de Administração, formado por oito membros, responsável por emitir parecer antes do envio ao Conselho Deliberativo.

A aprovação direta só ocorre em casos de menor valor, o que não se enquadrava neste cenário. Antes mesmo da reunião que trataria do tema, o presidente decidiu retirar o item da pauta, impedindo que fosse levado à votação.

O assunto ainda chegou a ser discutido no Conselho de Administração, mas sem deliberação. A decisão foi interromper o processo para revisão dos termos do contrato.

A intermediária em questão, indicada pelo departamento de marketing liderado por Eduardo Toni, é a corretora de seguros New Honest, com sede na Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1, mesmo endereço do Morumbis. O Lance! entrou em contato com o diretor e atualizará a matéria em caso de resposta.

Fonte: Lance

2 comentários em “Entenda os bastidores da demissão do diretor de marketing do São Paulo

  1. A podridão está espalhada por todos os departamentos dentro do clube.

    Um verdadeiro absurdo um departamento de MKT de um time gigante como o São Paulo FC depender de uma corretora de seguros minúscula para conseguir contatar e negociar com uma grande empresa.

    Certamente grandes empresas devem bater na porta do SP com interesse em patrocinar o clube mas infelizmente o futebol é podre e se não tiver algum esquema de corrupção nada anda.

    • Bem isso…
      2 gigantes só conseguem fechar acordo se uma minúscula fizer o intermédio?!?
      Outra coisa, o Sr Eduardo Toni e sua equipe não são remunerados para fechar esse tipo de acordo para o São Paulo?
      Aí vem o cara e terceriza o próprio serviço e continua recebendo?
      Esse serviço até eu quero.

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