
O São Paulo apresentou nesta segunda-feira, no CT da Barra Funda, Dorival Júnior como novo técnico. É o terceiro comandante do time em 2026, que abriu a temporada com Hernán Crespo e também teve Roger Machado após a polêmica demissão do argentino (ele estava na vice-liderança do Brasileirão).
Ao lado de Dorival durante a entrevista, Rui Costa, diretor executivo, foi questionado sobre mais uma mudança no comando técnico, a decisão da demissão de Crespo e a pressão que vem enfrentando.
– A inconformidade do torcedor com o meu trabalho é aceitável e pertinente. Quem trabalha em um clube da grandeza do São Paulo tem que estar preparado para essa pressão. Não tornamos a troca do treinador algo fútil. Quando decidimos mudar, essa mudança é precedida de uma avaliação de que isso é necessário. E foi isso o que fizemos nos dois casos – disse Rui Costa.
– Talvez, e não tenho problema de admitir isso, porque estou responsável pelo departamento… eu não tenho nenhuma dúvida de que a mudança que antecede o Roger, que gera a maior crítica do torcedor, ela foi necessária. Talvez ela pudesse ter sido feita de outra maneira – afirmou.
Sob enorme pressão interna, Rui Costa esteve em Florianópolis para se reunir e negociar com Dorival, que assinou um contrato válido até o fim do ano com o São Paulo.
Dorival reestreia pelo São Paulo nesta terça-feira contra o Millonarios (COL), às 21h30, no Morumbis, pela Copa Sul-Americana.