
O Conselho Deliberativo do São Paulo Futebol Clube inicia nesta segunda‑feira uma sessão decisiva para votar a possível expulsão do ex-diretor Social, Antonio Donizete Gonçalves, o Dedé. O processo, que mobiliza diferentes alas políticas do clube, reúne acusações de gestão temerária, desvio de finalidade no uso de maquininhas de cartão e danos à imagem institucional.
Segundo documentos que embasam o pedido de expulsão, Dedé teria utilizado maquininhas vinculadas ao clube para fins não autorizados, prática considerada irregular e incompatível com as normas administrativas do São Paulo. Além disso, pesa contra ele a divulgação de uma carta de apoio a uma empresa recentemente dispensada pelo clube – FGOAL -, em que o conselheiro se posiciona publicamente contra decisões da própria instituição — gesto interpretado como quebra de alinhamento e prejuízo à reputação tricolor.
A sessão promete ser longa e marcada por debates intensos. Conselheiros favoráveis à expulsão afirmam que os episódios configuram violação grave dos deveres estatutários e exigem resposta exemplar. Já aliados de Dedé argumentam que o processo tem motivação política e que as acusações carecem de proporcionalidade.
Pelas apurações feitas, os grupos de oposição Salve o Tricolor Paulista e Novo São Paulo, além do grupo Força São Paulo, fecharam questão pela votação a favor da expulsão. Alguns grupos da situação, segundo seus coordenadores, seguiram o mesmo caminho. São os casos do Legião e Força Tricolor. O Vanguarda e o Participação estão divididos, enquanto o Somos São Paulo, grupo do Dedé votará integralmente para salvar o ex-diretor Social.
O resultado da votação deve ser conhecido às 17h desta terça-feira. Caso a expulsão seja aprovada, Dedé perderá definitivamente seu assento no Conselho Deliberativo e ficará impedido de ingressar nas dependências do clube.
A contagem provisória, de acordo com várias informações, que temos nesse momento é que serão 200 votos pela expulsão. Lembrando que o número mínimo necessário é de 166 votos.
Abaixo publicamos um “gabarito” de orientação sobre como deve ser o voto de cada conselheiro:
Paulo Pontes

Se esse verme não for expulso pela votação tem que ser na porrada, ele e todos que votarem por ele.
Palmas e mais placas.
Vamos ver se esses conselheiros cumprem a obrigação deles. A torcida não vai aceitar composição. Não se compõe com gente sem ética.