
O São Paulo tem conversas avançadas pela renovação de Jonathan Calleri e já definiu o modelo do novo contrato que será assinado pelo atacante argentino nos próximos dias.
O novo vínculo seguirá o modelo conhecido como 2+1. Na prática, Calleri assinará contrato até dezembro de 2028, com uma cláusula de renovação automática por mais uma temporada, estendendo o compromisso até o fim de 2029.
A extensão, porém, dependerá do cumprimento de metas de desempenho.
A principal cláusula prevê que o atacante atue por pelo menos 45 minutos em 60% das partidas do São Paulo ao longo de 2028. Caso alcance o índice estipulado, a renovação para 2029 será automática.
O modelo foi tratado como uma forma de equilibrar segurança para o clube e estabilidade para o jogador, que completará 36 anos durante a eventual última temporada do vínculo. Foi o mesmo utilizado na renovação com Luciano, que assinou novo vínculo no início do ano.
A permanência de Calleri avançou após o próprio argentino flexibilizar sua pedida salarial. As partes chegaram a um denominador comum nesta semana, e a expectativa é de que a assinatura aconteça nos próximos dias.
Antes disso, o São Paulo apresentou duas propostas. A primeira, ainda na gestão de Rui Costa, foi recusada pelo estafe do atacante por questões financeiras. A segunda, já elaborada pela diretoria comandada por Rafinha, tinha valores inferiores e também acabou recusada.
Fonte: Uol
Acho que esse tipo de contrato é interessante por um lado e dá brecha para rolos futuros.
Ex.: para garantir uma renovação de contrato quem garante que não haverá uma comissão para o técnico que estiver no comando do time para escalar o jogador a fim de cumprir a meta?
Seria por isso que não entendemos o porquê de certos jogadores sempre jogarem mesmo estando em momento técnico/físico piores do que outros que não são escalados?
Hipóteses a se pensar…