Ceni pode se tornar o quarto campeão como técnico e jogador pelo São Paulo

No próximo sábado, o São Paulo vai enfrentar o Independiente Del Valle pela final da Copa Sul-Americana. Caso o Tricolor conquiste o título, Rogério Ceni se tornará o quarto campeão pelo clube como jogador e técnico.

A seleta lista conta, atualmente, com três nomes: José Poy (campeão paulista em 1948, 1949, 1953 e 1957 como jogador, e 1975 como treinador); Nelsinho Baptista (campeão paulista em 1975 como jogador e 1988 como treinador); e Muricy Ramalho (campeão paulista em 1975 e brasileiro em 1977 como jogador e campeão brasileiro em 2006, 2007 e 2008 como técnico, além da Copa Master da Conmebol de 1996 e Copa Conmebol de 1994).

Rogério Ceni, que vive sua segunda passagem como técnico do São Paulo, já disputou uma final no comando do clube, no Campeonato Paulista deste ano. Porém, o Tricolor acabou derrotado pelo Palmeiras.

Como goleiro do São Paulo, time que defendeu durante toda sua carreira profissional, Rogério Ceni levantou 18 taças: duas Libertadores (1993 e 2005), uma Supercopa Libertadores (1993), uma Copa Intercontinental (1993), duas Recopas Sul-Americana (1993 e 1994), uma Copa Conmebol (1994), uma Copa Master da Conmebol (1996), três Paulistas (1998, 2000 e 2005), um Torneio Rio-São Paulo (2001), um Supercampeonato Paulista (2002), um Mundial de Clubes da Fifa (2005), três Brasileiros (2006, 2007 e 2008) e uma Copa Sul-Americana (2012).

A final entre São Paulo e Independiente Del Valle será disputada às 17 horas (de Brasília). A partida será realizada na cidade de Córdoba, na Argentina.

Um comentário em “Ceni pode se tornar o quarto campeão como técnico e jogador pelo São Paulo

  1. Como sou antigo, vi todos eles em campo vestindo nosso manto. Poy foi meu ídolo de garoto. Um goleiro muito bom e que primava pela eficiência. Não fantasiava e não fazia aquelas pontes que caracterizavam os goleiros da época. Mas era bom, sério e competente. Argentino que adotou o Brasil como sua pátria. Já o Nelson, que depois virou Nelsinho Batista, era um lateral discreto. Não era jogador brilhante, mas também quase não errava. Veio da Ponte junto com o Samuel. Sua missão era difícil, pois chegou para substituir o ídolo Pablo Forlan que havia retornado para o Uruguai. Quanto ao Muricy, posso afirmar que era craque. Acompanhei sua carreira desde o time campeão na categoria “dente de leite”. Penso que como jogador poderia ter ido mais longe. Poderia ter jogado na seleção em Copa do Mundo. Poderia ter sido campeão da Libertadores em 1974. Contudo, acho que lhe faltou aquela vontade de vencer quer mais tarde como treinador deixou patente, talvez pela sua proximidade com o mestre Telê, que lhe impregnou com atitudes firmes e vencedoras. Já no que se refere a Rogério Ceni, nada a acrescentar como jogador e, sinceramente, espero que como treinador possa repetir o mesmo sucesso. Outros ex-jogadores também foram treinadores e ficaram próximos de um título. Leonidas, o Diamante Negro, treinou o time logo após o fim da sua brilhante carreira como jogador. Contudo, como líder acabou sendo execrado pelos ex-companheiros. Também me lembro do Caxambu, ex-goleiro, que acabou treinando os juvenis, de Pedro Rocha, cracaço que não obteve sucesso como treinador, assim como Pablo Forlan, Marcio Araujo, Milton Cruz, Leal, Zé Carlos Serrão e outros. Bem, vamos esperar que amanhã o Rogério passe a fazer parte desse seleto grupo de ex-jogadores campeões e que sentados no banco obtiveram faixa de campeão.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*


Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.