Ceni explica ausência de Arboleda entre os relacionados

O técnico Rogério Ceni explicou por que Arboleda não foi relacionado para a partida desta quinta-feira, contra o Atlético-GO, no Morumbi, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Recuperado da séria lesão no tornozelo esquerdo, o zagueiro equatoriano vivia a expectativa de figurar no banco de reservas, mas o comandante tricolor foi obrigado a cortá-lo na concentração.

“Quem poderia estar hoje era o Arboleda, mas, quando fiz a lista, fazia tanto tempo que não tínhamos tantos estrangeiros disponíveis que esqueci que tinha que cortar um”, revelou Rogério Ceni.

Nas competições organizadas pela CBF cada clube pode relacionar até cinco jogadores estrangeiros para uma partida. Atualmente, o São Paulo conta com sete atletas nascidos fora do Brasil: Arboleda, Nahuel Ferraresi, Andrés Colorado, Gabriel Neves, Giuliano Galoppo, Jonathan Calleri e Nahuel Bustos.

“Como ele está se recuperando, acabei cortando ele. Sei da necessidade de ele ir para a Copa, queria relacionar ele. Dos lesionados, o que tem possibilidade de ser relacionado ao menos para o banco de reservas no próximo jogo é o Arboleda. Já está treinando bem melhor”, completou Rogério Ceni.

Arboleda corre contra o tempo para chegar em condições de atuar em alto nível na Copa do Mundo pela seleção equatoriana. A tendência é que, caso convocado, o zagueiro se apresenta nas próximas semanas, já que o elenco disputará um amistoso contra o Iraque, no dia 12 de novembro, em Madri, antes de viajar para o Catar.

O São Paulo volta a campo na próxima terça-feira, quando recebe o Atlético-MG, no Morumbi, às 21h30 (de Brasília), em um confronto direto pelas últimas vagas para a Copa Libertadores de 2023.

Um comentário em “Ceni explica ausência de Arboleda entre os relacionados

  1. Posso estar enganado, mas, pra mim, o RC perdeu a tes** como treinador do S.Paulo.
    Desde de o jogo contra o Botafogo no Morumbi, o vejo apático à beira do campo, como se desinteressado do resultado que possa acontecer na partida.
    Ontem, tb, a mesma coisa.
    O time marcou o gol contra um time que errava passes em sua defesa entregando bolas limpas para o SP. Se continuasse apertando saída de bola, certamente mataria o jogo nos 10 minutos seguintes (marcou dois em menos de 5 minutos).
    Daí, os come-e-dorme de sempre preferiram recuar a marcação e “descansar” em campo, deixando o Atlético gostar do jogo e deu no que vimos.
    Alguém viu o RC esbravejando com os “craques” tirando-os da letargia total?
    Nem eu.
    Depois, após ficarem 20 minutos no vestiário e colaborar com a situação financeira ótima do time tomando uma enorme multa por atraso, eis que voltam os mesmos 11, com Luciano desfilando sua “rebeldia” em campo; com Colorado apanhando da bola e tudo o mais de horrores e tomando sufoco de um time que está para cair para a segundona. E o RC?
    Impassível, como se não fosse com ele.
    Só depois de tomar o empate que resolveu colocar os craques Galoppo e Éder para resolverem a partida.
    Disposição tática? Nenhuma.
    Disposição técina? Nenhuma.
    O time é um verdadeiro catado de fim de semana. Parece que acabaram de se conhecer no vestiário.
    RC deve mesmo procurar outro afazer na vida e, de preferência, levando seu auxiliar técnico junto, já que parece gostar tanto dele…

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