Das 34 partidas que o Tricolor disputou no torneio, em 14 o time deixou o campo sem balançar as redes. Ou seja, até o momento, o ataque são-paulino passou em branco em 41% dos jogos.
São apenas 26 tentos marcados. Dessa forma, o clube tem o terceiro pior ataque do Brasileirão, ficando na frente de Sport e Atlético-GO, clubes que também brigam contra o Z4. Até mesmo a Chapecoense, que já está matematicamente rebaixada, tem mais gols (27). A efeito de comparação, o Flamengo, que lidera o quesito, tem 66.
Além disso, segundo dados do Footstats, o São Paulo é o segundo clube dentre todos da competição com menos tentos por jogo (média de 0,76), o segundo que mais precisa finalizar para marcar (14,4), o segundo que mais precisa trocar passes para balançar a rede (639,9) e o segundo que mais passa para arrematar (44,3).
Considerando apenas o período com Rogério Ceni no comando, são nove compromissos, com três vitórias, dois empates e três derrotas, além de seis gols pró e oito contra.
Depois de empatar com o Athletico-PR por 0 a 0 nesta quarta-feira, o São Paulo espera voltar a celebrar um tento e uma vitória neste sábado, às 21h30 (de Brasília), diante do Sport, no Morumbi.
“são nove compromissos, com três vitórias, dois empates e três derrotas”. Que matemática é esta?
Números ruins já não são uma novidade faz tempo. Essa situação tem se repetido ao longo das últimas gestões administrativas da Instituição. Estamos percorrendo um nítido processo de apequenamento. O pior é que a nossa torcida, que é constituída de pessoas que possuem senso crítico, está se acostumando com as derrotas, de forma que o nível de exigência passou a ser a permanência na serie A. As circusnstâncias nos conduzem a ficar satisfeito com isso. Passamos a frequentar as prateleiras de baixo do futebol brasileiro, disputando um lugar ao sol com equipes sem NENHUMA tradição no futebol mundial, como é o caso do Juventude, Atlético Goianiense, América, Sport, Ceará, etc..