As pendências que ainda travam rescisão milionária entre SP e Oscar

Já se passaram mais de três meses desde o dia em que Oscar passou mal realizando exames no CT da Barra Funda. O meia decidiu se aposentar do futebol, mas as negociações para a rescisão contratual entre ele e o São Paulo estão demorando bem mais do que o esperado pelas partes.

A negociações vem sendo conduzidas pelo diretor executivo do clube, Rui Costa, e pelo estafe de Oscar, liderado pelo empresário Giuliano Bertolucci.

A coluna apurou que no centro da discussão estão as luvas de 2 milhões de euros acertadas com o jogador na assinatura do contrato. O valor, que totaliza cerca de R$ 12,4 milhões, seria pago de forma diluída ao longo do contrato com o meia, que ia até o fim de 2027.

Restariam, ainda, dois terços desse valor, já que apenas um ano do contrato foi efetivamente cumprido.

As luvas são, juridicamente, um prêmio pela assinatura de contrato. Por isso, a coluna apurou, Oscar avalia que tem direito a recebê-las, mesmo com o contrato se encerrando antes do esperado devido ao problema médico. A diluição ao longo do contrato não transforma as luvas em salário ou remuneração.

Há ainda valores em atraso de direito de imagem, referentes ao período no qual o contrato de Oscar esteve vigente. Desde o fim do ano passado, o acordo encontra-se suspenso – a demora nas conversas pela rescisão não está fazendo com que o São Paulo incorra em atraso ou provocando aumento de dívida.

A turbulência política no clube foi um fator de atraso. A negociação com Oscar foi particularmente concentrada nas mãos do ex-presidente Julio Casares, que sofreu impeachment no último dia 16 de janeiro.

A troca de poder e o tempo natural para a organização de prioridades na gestão Harry Massis Júnior acabou afetando o tempo das conversas.

O São Paulo tem ainda uma dívida substancial com Giuliano Bertolucci: o agente possui uma cobrança judicial de R$ 40 milhões do clube, mas ele próprio concordou em suspendê-la, e vinha negociando pagamentos diretamente com o São Paulo.

 

Fonte: Uol

6 comentários em “As pendências que ainda travam rescisão milionária entre SP e Oscar

  1. Tudo isso acontece quando não se tem um contrato bem redigido. Onde está o jurídico que deveria prever esse tipo de situação principalmente tratando-se de jogadores veteranos.

  2. Nosso tricolor virou paraiso para jogadores e empresarios ganhar muita grana mesmo nos estando falidos, daqui a pouco vao penhorar o morumbis para quitacao de divida com jogadores e empresarios, é tanta falcatrua, é tanta coisa errada que vai ser dificil sao paulo sair desse buraco acho que nem uma otima SAF bilionaria conseguiria resolver tantos problemas financeiros, e logico com isso nao conseguimos montar um elenco forte, um time capaz de ganhar titulos importantes e que um bom valor financeiro de retorno.

  3. Como o SPFC gosta de pagar comissões para esses empresários vagabundos, paga na compra, paga na venda, paga em renovação de contrato, paga quando vai emprestar pra outro clube, se abusar paga até quando o jogador para de jogar no clube, é inacreditável o nível de pilantragem que virou o SPFC nessas comissões, se fazer um pente fino ali dentro acho que não fica um conselheiro solto, por isso a oposição é FROUXA.

  4. Essa situação já estava prevista. Afinal, trata-se do Oscar, o cara que saiu pela porta dos fundos, retornou pela entrada principal e, mais uma vez, vai sair pela lixeira…

  5. Oscar sendo Oscar. Assina um contrato de 3 anos e pede luvas, até aí tudo normal. Então decide se aposentar depois de apenas 1 ano e quer as luvas integrais? Imagina se vira moda? Povo vai começar a se aposentar no dia seguinte ao da assinatura do contrato e querer as luvas integrais.

    E mais, tem uma matéria no globo esporte (que obviamente partiu da assessoria do jogador) dizendo que o Oscar já abriu mão de 50 milhões de reais. Olha que bonzinho! Este 50 milhões de reais dos quais ele “abriu mão” são referentes aos salários que ele receberia se cumprisse o restante do contrato. Mas foi ele que decidiu se aposentar! Obviamente não tem que receber salário se está aposentado por livre e espontânea vontade. Ele tem condições físicas de jogar. Quer receber? Jogue!

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