A cada dia que passa, mais fico surpreso e envergonhado da vergonha que esses dirigentes do São Paulo me fazem passar.
Reunião com os principais clubes do futebol brasileiro para discutir a liberação e legalização das casas de apostas, sob comando do Ministério da Fazenda, um ex-conselheiro do clube, de muito prestígio, credibilidade e responsabilidade, que hoje ocupa cargo de elevada importância no Ministério, deu a seguinte ordem:
“A reunião será híbrida, mas determino aqui que, se o representante do São Paulo for Leonardo Serafim, fica terminantemente proibida sua entrada. Se for pessoalmente, não entra na sala; se for online, sua entrada fica bloqueada”.
E realmente seria ele. Na última hora tiveram que substituir por Júlio Casares, que participou remotamente.
Mas, por que razão, teria havido essa proibição:
- Será por que Serafim assinou o contrato da Far East, quando era diretor jurídico do clube, na gestão Carlos Miguel Aidar?
- Será por que ele foi o responsável para dizer à Justiça, no processo que tramitava contra Carlos Miguel Aidar e envolvia a Far East, que o São Paulo não saiu prejudicado nem teve prejuízo algum com o caso?
Depois me chegou a informação que Serafim foi representar o São Paulo em uma reunião na Federação Paulista de Futebol, ainda durante o Campeonato Paulista, e o presidente da FPF chamou-se a atenção por estar atrasado, por acordar sempre tarde e prejudicar os trabalhos. Isso na frente dos demais dirigentes de clubes.
Esse é o nosso São Paulo, que outrora nos causou muito orgulho. Hoje nos causa tristeza e vergonha.
Paulo Pontes
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Mais imposto hahahahaha.
Fazzzzz ooo LLLLLL!!!
O compadrio e o conchavo prevalecendo ante o profissionalismo. A gestão casares reproduz os mesmos vicios das administrações anteriores. Vicios esses que ele ajudou a estabelecer vez que sempre foi da situação.
Nesse ano, mais uma vez, o spfc entra no brasileirão como mero coadjuvante, como o clube se permitiu chegar nesse estado de coisas? Outrora tão orgulhoso não tem mais brio?
Olá Aldo,
Publiquei o texto abaixo em 12/11/2020, às vésperas da eleição para o Conselho Deliberativo.
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Leco, em fim de mandato e sem direito à reeleição, abandonado pelos aliados, tem pouca influência no processo. O divisor de águas nesta eleição não é o presidente Leco, mas sim seu antecessor, Carlos Miguel Aidar.
A chapa grafite é capitaneada pelos então vice presidentes que apoiaram até o final a gestão de Carlos Miguel Aidar em 2015. No lado do Resgate Tricolor, as principais lideranças são Conselheiros que se opuseram à administração CMA, exigiram e continuam exigindo a apuração das denúncias e a transparência na gestão.
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Os sócios do clube, com a cumplicidade de Leco que rearranjou a diretoria para acomodar Dedé, ressuscitaram a gestão Aidar.