Pedido de prisão sigiloso mobilizou ex-dirigentes do São Paulo investigados

Um pedido de prisão temporária sigiloso e sem o nome do alvo anexado ao inquérito do caso do camarote clandestino do São Paulo mobilizou ex-dirigentes do clube investigados no processo.

O pedido apareceu apensado ao caso principal no dia 6 de março, há cerca de uma semana, sem nome. Ex-diretores do São Paulo investigados, Mara Casares e Douglas Schwartzmann pediram, por meio de suas defesas, acesso a detalhes do pedido.

Em decisão publicada ontem, o acesso foi negado. A Justiça esclareceu que Douglas e Mara não têm relação com o pedido de prisão, que dizia respeito à intermediária Rita de Cássia Adriana Prado, também investigada no caso

Trata-se do pedido revelado pelo Uol nesta quarta-feira. Em fevereiro, o Ministério Público solicitou a prisão temporária de Rita, que é conhecida como Adriana Prado, mas, ainda no mês passado, o pedido foi negado.

O procedimento, já decidido, só foi apensado no processo principal no dia 6 de março.

Adriana Prado foi quem gravou ligação telefônica com Mara Casares e Douglas Schwartzmann na qual eles discutem a locação de um camarote dentro do Morumbis em um show da Shakira. Os próprios dirigentes, no áudio, chamam a operação de “irregular” e “clandestina”.

O caso se transformou em um de três inquéritos criminais que envolvem o São Paulo. Um segundo trata de recebimentos em dinheiro vivo pelo ex-presidente Julio Casares, e o terceiro sobre potencial corrupção em contratos do clube social.

Todos correm em segredo de Justiça.

 

Fonte: Uol

Nota do PP: não deve estar passando fio de fibra ótica no orifício desta organização criminosa.

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