São Paulo pode ter piores campanhas na história da Libertadores

O duelo entre São Paulo e Atlético-MG nesta quarta-feira significará, para o Tricolor, uma de suas piores campanhas na história da Copa Libertadores, seja o clube do Morumbi classificado às oitavas de final ou não.

Caso bata o Galo e, com um tropeço do The Strongest (BOL), avance à fase seguinte, a equipe do técnico Ney Franco somará 7 pontos (duas vitórias, um empate e três derrotas) e chegará a apenas 39% de aproveitamento na etapa de grupos, sua pior classificação superando as edições de 2007 e 2008, quando alcançou 11 pontos (de 18 possíveis), configurando um índice de 61%.

Vale lembrar que nos anos de 1972 e 1992, quando conseguiu vaga nas fases seguintes conquistando somente 8 pontos, cada vitória valia apenas 2 e, portanto, com três triunfos, dois empates e um revés nas duas edições em questão, obteve um desempenho de 66% (8 pontos de 12 disputados).

Caso não vença os mineiros em jogo válido pela rodada final do Grupo 3, o São Paulo “colecionará”, de fato, sua pior campanha na fase de grupos em todas as suas participações no torneio continental desde 1972, quando fez sua estreia na competição.

Com derrota para o Galo, o aproveitamento estaciona nos 22% (quatro derrotas, um empate e uma vitória). Com empate no Morumbi, o índice sobe para 27% (uma vitória, dois empates e três derrotas), ambos piores do que a vexatória eliminação em 1987, quando o clube somou 4 pontos (três derrotas, dois empates e uma vitória) e encerrou a competição conquistando 33% dos pontos disputados.

Há ainda a possibilidade de o São Paulo vencer, o The Strongest também superar o Arsenal – passando, dessa forma, os bolivianos – e o Tricolor terminar a fase de grupos com 39%, mas eliminado. Só assim a equipe não seria desclassificada com sua pior campanha no histórico do torneio.
Fonte: Lance

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