Pato diz que vai melhorar com Muricy e fica surpreso com carinho da torcida

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O atacante Alexandre Pato acredita que o gol que marcou em sua estreia no Morumbi pelo São Paulo, na vitória contra o CSA-AL, na última quarta-feira, será apenas o início de uma trajetória vitoriosa no clube, creditada ao técnico Muricy Ramalho. Segundo o jogador, seu futebol irá crescer sob os cuidados do comandante.

“Tenho que aprender muito ainda. Encontrar um professor que exige muito nos treinamentos está fazendo bem para mim. Ouvir as críticas dele e de todo mundo eu aceito porque me ajudam a trabalhar cada vez mais no treinamento e acertar no jogo. Tenho certeza que com ele as coisas vão melhorar bastante para que no jogo tudo dê certo”, disse.

Sobre o gol marcado, Pato voltou a afirmar que está mais “leve” por ter balançado as redes pela primeira vez em seu novo clube. “Consegui ajudar meus companheiros, a classificar. Hoje estou mais leve, porque fazer um gol dentro do Morumbi com 30 mil pessoas no estádio e depois gritar nosso nome, é sempre muito especial”, declarou.

“Eu entrei muito determinado, porque passei um mês para jogar em Alagoas, depois mais vinte dias, quase um mês e voltar a jogar, ainda mais no Morumbi, estava muito ansioso, então quando entrei pensei que tinha de jogar muito, correr bastante, ajudar meus companheiros”, completou.

Pato também falou sobre a expectativa de disputar o Campeonato Brasileiro, e novamente exaltou o técnico Muricy Ramalho. “Eu acho que primeiro vem do comandante do grupo, que trabalha e leva os jogadores para o campo. Nós vamos fazer um campeonato muito bom porque temos um comandante supercampeão. Ele cobra muito e conhece muito bem o campeonato, muito mais do que nós. Por isso tenho certeza que faremos um campeonato muito bom”, elogiou.

O atacante afirmou que ficou surpreso e emocionado com a torcida cantando seu nome. Quando ele foi contratado, havia um pé atrás de parte dos tricolores. Tanto que quando fez o gol, pato comemorou de maneira bastante exaltada, dando socos no peito. “Eu, como jogador, tenho de demonstrar dentro de campo, mostrar aquilo, aquele sentimento, para que eles possam ter uma opinião, e tudo aquilo mudou, só depende de mim dentro de campo”, disse.

“Eu, até quando começou o aquecimento, começaram a gritar o nome de todo mundo. Me perguntei se iriam gritar meu nome. E foi indo, indo, achei que não iam. Aí veio a música, foi engraçada sim, veio arrepio, foi muito legal, e gostei da música, sim”, completou.

 

Fonte: Uol

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