Ney Franco nega crise com jogadores: ‘O grupo está fechado’

A derrota para o Arsenal, em Sarandí, não tirou o São Paulo da zona de classificação para o mata-mata da Taça Libertadores, mas deixou a equipe sob pressão em virtude da sequência de más atuações. Para o técnico Ney Franco, o momento é de encontrar e solucionar os problemas do Tricolor. E relacionamento, segundo ele, não está na lista.

– Temos de botar os pés no chão e saber qual é a nossa realidade. Dependemos só de nós, mas estamos jogando muito abaixo. Vamos detectar o que está acontecendo e não podemos desistir do trabalho – afirmou.

Ney enfrenta também a contestação de alguns jogadores. Contra o Palmeiras, no último domingo, no Morumbi, o meia Paulo Henrique Ganso, que ainda não conseguiu se firmar como titular, deixou o gramado esbravejando ao ser substituído no início do segundo tempo.

O mesmo aconteceu na Argentina. O zagueiro Lúcio, retirado do time nos primeiros minutos da etapa final, desceu rapidamente para os vestiários. Assim que o duelo acabou, ele se dirigiu para o ônibus e sequer participou da conversa com o treinador.

– O grupo está fechado, unido e veio mobilizado para ganhar, mas não conseguiu. O que nos cabe é reverter a situação – resumiu o técnico.

O comandante tem quase um mês para arrumar a casa. O São Paulo só volta a jogar pela Libertadores em 4 de abril, contra o The Strongest, em La Paz. Os bolivianos estão em terceiro, com três pontos, ainda com chances de classificação. No dia 17 do mesmo mês, o Tricolor encerra a primeira fase contra o líder Atlético-MG, na capital paulista.

– Acredito na reação – disse Ney.

 

Fonte: Globo Esporte

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