Após resgatar bom futebol, Ganso é esperança de Muricy contra a Ponte

Valorizado, Ganso é uma das maiores esperanças do técnico Muricy Ramalho para conseguir sair de Mogi Mirim nesta quarta-feira com uma classificação heroica para a final da Copa Sul-Americana. O comandante sabe que a equipe vai precisar se superar e fazer coisas diferentes para tirar a vantagem da Ponte Preta e o camisa 8 acostumou-se com esse tipo de situação ao longo da carreira.

Atualmente, ninguém no elenco são-paulino faz coisas diferentes como Paulo Henrique Ganso. O lance fantástico contra o Botafogo, no último domingo, atesta. O Maestro envolveu os adversários dentro da área, deu um rolinho no último antes de encobrir o goleiro Jefferson. A bola, caprichosamente, bateu na trave. Os são-paulinos lamentaram.

 

No histórico em jogos decisivos em que Ganso aprontou, aparece a final do Paulistão 2010, em que comandou o Santos contra o Santo André, cobrando até escanteio para ele mesmo e se recusando a ser substituído pelo técnico Dorival Júnior.

Com Muricy, ficou marcado um jogo pela Libertadores 2011, quando o Santos podia ser eliminado da competição sem Neymar e Elano em campo. Ganso praticamente jogou sozinho e a vitória impulsionou o time rumo ao título.

Agora, Muricy novamente comemora a ótima fase do armador. Ganso está no auge da forma física e será peça fundamental para encontrar espaços na defesa da Ponte, que deve jogar bem recuada. Com o 3 a 1 do primeiro jogo, a Macaca pode até perder por 2 a 0 para avançar. O São Paulo terá de vencer por três gols ou dois, em placar igual ou acima de 4 a 2. Se o resultado da ida se repetir, teremos pênaltis.

Foi de Ganso o gol na partida de ida, no Morumbi. O meia abriu o placar com um belo chute de direita, colocado. Foi diferente. É o que se espera dele em Mogi Mirim.

Fonte: Lance

Um comentário em “Após resgatar bom futebol, Ganso é esperança de Muricy contra a Ponte

  1. Só não podemos esquecer também, ele principalmente, que quem começou a folgar no primeiro jogo contra a Ponte, tentando jogar de letra e fazer gol por cobertura, quando poderia ter chutado forte, foi o próprio. Sua atitude deve ter influênciado os demais que acharam que o jogo já estava ganho e relaxaram até tomarem o gol de empate. Daí se perderam completamente, o técnico inclusive.

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