Aidar: ‘tomei um susto com o salário do Pato’

Com a bandeira de modernizar o clube, o candidato da situação do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, planeja uma série de mudanças para fazer no departamento de futebol se for eleito. Com o objetivo de voltar a ganhar títulos, o homem apoiado por Juvenal Juvêncio já tem o esboço da fórmula que vai usar para fortalecer o tricolor: empresários, investidores, administração séria e uma revolução nas categorias de base.

Pelo menos é isso que ele garante na segunda parte da entrevista para o ESPN.com.br. Com a certeza de que os salários milionários acabarão em breve, Aidar defende o pagamento com premiações por performance para os jogadores. E diz que se assustou quando viu o que ganha Alexandre Pato, reforço da equipe, emprestado pelo Corinthians. 

“Eu tenho na minha ideia que a diretoria não pode ser formada por apenas uma pessoa. Eu pretendo ter quatro diretores (…) Vamos conviver com empresários. Não é o melhor dos mundos, mas é o mundo que existe. Não adianta você falar que eles não passam da portaria e o jogador ir negociar no portão com ele (…) Eu quero a base conversando mais com o profissional. Não há alternativa: vai haver entrosamento”, afirma o advogado.

“[Salários milionários] Isso é um faz de conta. Eu tomei um susto outro dia, nessa operação que o São Paulo fez com o Corinthians, de ver o Pato ganhando R$ 800 mil por mês, mais R$ 40 mil de aluguel para uma casa de moradia. Pode até valer mais do que isso, mas é irreal para o futebol brasileiro. Aqui no Brasil vão acabar. O que eu gostaria de ter é um grande programa de premiação por performance. Quanto mais o atleta conquistar, mais ele ganhará”, completa.

Gazeta Press

Aidar aposta na reformulação da base para formar novos jogadores
Aidar aposta na reformulação da base para formar jogadores

Além de apostar na reformulação da base para formar novos craques, Carlos Miguel Aidar acredita que atrair investidores e fazer fundos podem ser alternativas para fortalecer o time, como para trazer grandes estrelas. Para o São Paulo não falta credibilidade no mercado, segundo ele.

“Ibrahimovic talvez termine a carreira dele aqui (risos). Ele, o Messi, o Cristiano Ronaldo, enfim, é um pessoal que talvez termine a carreira aqui. Deixa eu explicar. Evidente que o São Paulo não tem dinheiro para. Mas você pode criar um fundo de captação que consiga angariar recursos de torcedores (…) Qualquer investidor sabe que pode investir no São Paulo. O São Paulo construiu seu estádio vendendo cadeiras cativas. Você comprava um pedaço de papel escrito “isso vai ser um dia uma cadeira cativa”, e o clube entregou. Essa credibilidade o São Paulo tem, só o São Paulo tem. Eu já comprei cadeira cativa no estádio do Corinthians há quinze anos atrás e sei que esse papel não vale nada. Quem comprou para o Morumbi, teve”, afirma.

Sobre o cenário do futebol brasileiro, mesmo com a boa relação que tem com a Confederação Brasileira de Futebol e com a Globo, o candidato de Juvenal fez críticas ao calendário e aos horários dos jogos, escolhidos pela televisão.

“Eu não aceito, embora eu seja obrigado a engolir, jogo às 22 horas numa quarta-feira. Só vai lá quem não trabalha cedo no dia seguinte. Só vai lá quem não trabalha no dia seguinte. Mas do lado de lá tem a Rede Globo e todo mundo sabe que ela economicamente está sustentando muito clube (…) Tem muito clube na primeira divisão, 20 clubes, caindo quatro. Os que caem, acabam voltando, porque a diferença é muito grande. O Palmeiras voltou, o Corinthians. Só o Fluminense não cai (risadas), beneficiado sempre por erro dos outros. Ele teve sorte e não teve culpa. Voltando a seriedade da sua pergunta, tinha que diminuir de 20 para 16. Aos poucos. E depois, cai um e sobe um. Pronto”, defende.

“Outro dia vi a entrevista do técnico do Bahia de Feira e ele falou que só volta a jogar em agosto. São seis meses do ano parado. Não há quem resista a isso. Precisamos olhar para o Bahia de Feira como eu olho para o meu São Paulo. Tem de olhar tudo nacionalmente”.

Apesar de não faltar ideia para a organização de campeonatos, Aidar garante que não tem ambições de chegar à CBF. “Não, não. O que eu quero é assumir o São Paulo, fazer as obras e voltar a ganhar títulos. Nós são-paulinos somos muito mal acostumados, acostumados a ganhar”, finaliza o candidato.

Veja a segunda parte completa da entrevista com Carlos Miguel Aidar.

ESPN.com.br – Você fala bastante sobre as categorias de base. Como você vê isso?
Carlos Miguel Aidar – 
Obrigado pela pergunta. Lá trás eu falei que queria fazer da base uma unidade autônoma de negócios, mas acho que não me entenderam muito bem. A base é como uma universidade: o garoto vem, presta vestibular, passa e vai cursando. Passa pelo sub 13, sub 15, sub 17 e se forma. Mas e se o profissional não precisar dele? Dispensa. Mas a gente investiu 8, 9 ou 10 anos na formação desse cara. Alimentação, hospedagem, educação, transporte… cerca de R$ 28 milhões naquele ano, naquela base. Eu não vou fazer isso. Será negociado. O valor não importa, para pelo menos ressarcir uma parte do que a gente gastou.

ESPN – Mais do que uma universidade, é uma fonte de receita?
CMA – 
Imagino que sim. É isso que eu quero. E eu não vou terceirizar. Os nossos adversários políticos dizem isso, mas não é. São pessoas que não têm visão e vieram com essa conversa. O São Paulo não vai abrir mão de nada que é dele.

ESPN – Mas vamos falar na prática. Teria de haver uma adequação de contratos, não? Hoje um jogador novo já tem empresários e direitos econômicos fatiados.
CMA – 
Vamos conviver com empresários. Não é o melhor dos mundos, mas é o mundo que existe. Não adianta você falar que eles não passam da portaria e o jogador ir negociar no portão com ele. Os empresários fazem o que o clube não consegue fazer, que é gerir a carreira dos jogadores. Eu preciso ter uma relação de parceria com o empresário para que eu possa ter um percentual nisso. Eu não quero entregar a base para ninguém, eu quero profissionalizar.

Lucas Borges/ESPN.com.br

Juvenal Juvêncio (direita) abraça Carlos Miguel Aidar (centro), candidato da situação da presidência do São Paulo
Juvenal Juvêncio (direita) abraça Carlos Miguel Aidar (centro)

ESPN – Desculpa a insistência, mas isso é o que já acontece. Qual é a novidade?
CMA – 
Mais ou menos. Existe mas todo mundo finge que não existe. Eu finjo que o empresário não entra aqui, o jogador finge que não tem empresário. É uma grande representação. Por que não encarar a realidade? Existe o empresário, existe o jogador com o empresário. E é ele quem está cuidando da vida desse atleta. Por que eu não faço uma parceria com ele? Qual o prejuízo? O problema é você perder todo o jogador porque não quis fazer a parceira. Acho isso tão claro. Outra possibilidade é criar uma estrutura empresarial de gestão de atletas. Será uma empresa para gerir a carreira de atletas, e não só para o São Paulo. São modelos diferentes e vamos analisar depois de eleitos.

ESPN – O que pode ter de mudanças em relação ao futebol profissional?
CMA – 
Eu tenho na minha ideia que a diretoria não pode ser formada por apenas uma pessoa. Eu pretendo ter quatro diretores: vice-presidente geral, um diretor de futebol profissional, com quantos adjuntos ele precisar, desde que encaixe no organograma, quero ter uma diretoria de base e uma de relações internacionais. Eu quero a base conversando mais com o profissional. A distância física que existe leva também a outros distanciamentos. Eu quero aproximar isso. Isso depende também da comissão técnica, que ela se dedique isso, a ficar de olho nas outras categorias. Para que isso exista você precisa dizer que quer assim. Alguém está contra? Se tiver, me convença de que está errado. Se não me convencer está fora do esquema. Sem trauma. Não há alternativa: vai haver entrosamento. Não dá mais para fingir que você ganha dinheiro no futebol comprando jogadores. Isso é uma utopia.

ESPN – Você acha que o futebol já está passando por uma mudança?
CMA –
 Claro. Não existem mais grandes contratações, existem grandes vendas. O que tudo indica é que você vai estar sempre precisando vender um ou outro para poder ficar com a balança positiva. Mas eu não quero vender, quero formar. Hoje eu fui na beira do cachão do Bellini. E eu lembrei disso. Ele foi um dos maiores zagueiros e nunca teve a oportunidade de jogar fora do Brasil. O Pelé ainda foi ganhar dinheiro nos Estados Unidos, mas era um outro mundo que se vivia. Você precisa olhar bem o mercado de dentro e o mercado de fora. Por isso o diretor de relações internacionais.

ESPN – Você acha que os salários milionários vão acabar?
CMA –
 Isso é um faz de conta. Eu tomei um susto outro dia, nessa operação recente que o São Paulo fez com o Corinthians, de ver o Pato ganhando R$ 800 mil por mês, mais R$ 40 mil de aluguel para uma casa de moradia. Pode até valer mais do que isso, mas é irreal para o futebol brasileiro. Aqui no Brasil vão acabar. Não há como manter uma equipe desse jeito.

Gazeta Press

Carlos Miguel Aidar, candidato de Juvenal Juvêncio à presidência do São Paulo
Carlos Miguel Aidar, candidato de Juvenal Juvêncio

ESPN – A transação valeu porque vocês estão pagando só metade?
CMA –
 Valeu porque os dois não estavam sendo aproveitados em seus clubes. Pode ser que isso seja benéfico, não estou dizendo que será. O Pato ainda não jogou praticamente pelo São Paulo. Ele estava em euforia, foi a grande atração em Maceió. Vamos ver a rotina do dia a dia, como vai ser.

ESPN – Você vai colocar um teto salarial?
CMA – 
Não sei se teto é a palavra adequada. O que eu gostaria de ter é um grande programa de premiação por performance. Quanto mais o atleta conquistar, mais ele ganhará. Eu me lembro que quando eu fui presidente eu praticamente desfiz um time de grandes estrelas. Eles tinham salários muito elevados. E os prêmios não faziam sentido para eles, porque não fazia diferença. O salário já estava garantido. E eu desfiz isso. Troquei dois titulares por um reserva, fiz um monte de coisas. Você precisa fazer coisas diferentes.

ESPN – Um dos problemas do futebol é o baixo público nos estádios. Que super ideia você tem para isso?
CMA –
 Eu não tenho super ideia, mas tenho ideias fundamentais: eu não aceito, embora eu seja obrigado a engolir, jogo às 22 horas numa quarta-feira. Só vai lá quem não trabalha cedo no dia seguinte. Mas do lado de lá tem a Rede Globo e todo mundo sabe que ela economicamente está sustentando muito clube. Tem muito clube na primeira divisão, 20 clubes, caindo quatro. É muita coisa. Os que caem, acabam voltando, porque a diferença é muito grande. O Palmeiras voltou, o Corinthians. Só o Fluminense não cai (risadas). É incrível. Sempre beneficiado sempre por erro dos outros. Ele teve sorte e não teve culpa. Voltando a seriedade da sua pergunta, tinha que diminuir de 20 para 16. Aos poucos. E depois, cai um e sobe um. Pronto.

ESPN – E os estaduais?
CMA – 
Nos estaduais, os grandes só entram na fase final. Os pequenos jogam o ano inteiro, um pouco do que é a proposta do Bom Senso. Outro dia vi a entrevista do técnico do Bahia de Feira e ele falou que só volta a jogar em agosto. São seis meses do ano parado. Precisamos olhar para o Bahia de Feira como eu olho para o meu São Paulo. Tem de olhar tudo nacionalmente. Quanto mais progressista, mais você enxerga.

ESPN – Isso seria por meio de uma liga?
CMA –
 Não sei se seria por meio de liga, não. Naquela época, lá trás, nós tínhamos data para fazer as coisas. Hoje não temos mais. Como vai fazer? A liga ficaria no papel.

ESPN – Você tem ficado cada vez mais próximo do presidente da CBF José Maria Marin…
CMA – 
Apareceu agora por causa do episódio da Portuguesa. Já o conhecia de antes, assim como o Marco Polo. Nós estudamos juntos. Minha relação com eles é muito antiga. O ano que vem vai fazer 50 anos que conheço o Marco Polo. O Marin foi conselheiro e atleta aqui do clube. Eu era presidente do São Paulo e ele era da Federação Paulista. A proximidade com ele é muito grande.

Gazeta Press

Carlos Miguel Aidar, candidato à presidência do São Paulo, diz que salários milionários vão acabar
Aidar diz que salários milionários vão acabar

ESPN – Você já começou a falar com ele sobre mudanças?
CMA – 
Ainda não.

ESPN – Você vê disposição?
CMA – 
Não tenho nenhuma dúvida. O Marco Polo só vai assumir o ano que vem, depois de ser eleito agora em abril. Mas o Marin vai continuar como consultor, é super natural que isso aconteça.

ESPN – Você falou lá trás de um “por enquanto” sobre só se eleger no São Paulo. Há quem diga que você tem pretensão de chegar na CBF…
CMA –
 Não, não (risadas). Foi só uma brincadeira com você. Até outro dia eu não pensava nem na presidência do São Paulo. Eu resisti no primeiro momento. E depois que aceitei, me dediquei a isso. Então, o que eu quero é assumir o São Paulo, fazer as obras e voltar a ganhar títulos. Nós são-paulinos somos muito mal acostumados, acostumados a ganhar. Precisamos voltar a ser isso.

ESPN – Há quem diga também que por ser muito “mal acostumado” com vitórias, na hora da derrota apoia pouco o time. Como você vê isso?
CMA –
 É verdade… Pois é. É verdade. O torcedor gosta de ganhar, de vibrar com o time, quer ver o gol. Eu quero ver o time fazendo o gol. Quanto mais gol você fizer, mais chances você tem de ser campeão. Eu quero ter a defesa menos vazada, o ataque com maior número de gols e o artilheiro. Ou seja, eu quero ser campeão. Eu vou conseguir? Não sei, mas vou me matar para isso. Fazer de tudo, licitamente.

ESPN – Em uma outra entrevista, no site do Globo Esporte, você brincou, ou falou sério, sobre tentar uma contratação de um jogador como o Ibrahimovic, do PSG…
CMA – 
Ele talvez termine a carreira dele aqui (risos). Ele, o Messi, o Cristiano Ronaldo, enfim, é um pessoal que talvez termine a carreira aqui. O São Paulo tem esse histórico, de trazer atletas para terminar a carreira aqui. Evidente que o São Paulo não tem dinheiro para. Mas de repente, você pode criar um fundo de captação que consiga angariar recursos de torcedores em valores diferentes, dependendo da capacidade, que te permitam trazer um cidadão desses por uma temporada. Ainda que fuja da realidade. Por isso eu te disse que não concordo necessariamente com um teto salarial, esses não poderia ganhar o teto. Agora, o ‘não’ eu já tenho. Se eu ficar aqui sentado, não vai acontecer nada. Eu vou tentar, de repente sai o sim.

ESPN – Outra possibilidade seria a de ter investidores que estão no mercado…
CMA – E por que não?

ESPN – Uma das polêmicas é que eles acabam tendo muita interferência na vida do clube, determinando quando o jogador deve sair…
CMA – Aí não… O São Paulo tem uma diferença muito grande de outros clubes. O São Paulo é sério, muito sério. Qualquer investidor sabe que pode investir no São Paulo. O São Paulo construiu seu estádio vendendo cadeiras cativas. Você comprava um pedaço de papel escrito “isso vai ser um dia uma cadeira cativa”, e o clube entregou isso para o cidadão. Essa credibilidade o São Paulo tem, só o São Paulo tem. Eu já comprei cadeira cativa no estádio do Corinthians há quinze anos e sei que esse papel não vale nada. Quem comprou para o Morumbi, teve. O investidor vai acreditar no São Paulo, mas estou falando do torcedor. Não sou rico, mas posso colocar um dinheiro para o clube comprar um jogador, e outros também. Não sei se daria certo, mas é uma tentativa.

ESPN – Mas há outros investidores, como o Renato Duprat que está na Doyen, fazendo negócios com o Santos, ou o Kia Joorabchian que fez negócios com o Corinthians…

CMA – Ele Kia ganhou dinheiro, a MSI ganhou dinheiro e depois saiu do mercado.

ESPN – Essas pessoas entram no São Paulo?
CMA – 
Não, não. Não tem o perfil do São Paulo. Os investidores normalmente não são pessoas físicas, são fundos…

ESPN – Sobre o Rogério Ceni, qual o espaço que ele terá com você?
CMA –
 Ele tem contrato até o final do ano. O Rogério Ceni é o maior ídolo da história do São Paulo. Eu não sei, ele vai até o fim do ano e ele vai ser o que ele quiser. Se o Rogério quiser ser presidente, eu lanço ele candidato. Se ele quiser ser diretor de futebol, eu coloco ele lá. Se ele quiser ser gerente de futebol, eu vou pedir desculpas para o Gustavo que está lá e vou colocá-lo. O Rogério quer ser conselheiro? Ele é o São Paulo e faz o que ele quiser no São Paulo.

 

Fonte: ESPN

7 comentários em “Aidar: ‘tomei um susto com o salário do Pato’

  1. SE ELE ASSUSTOU COM O SALARIO DO PATO IMAGINA A HORA QUE ELE VER O DO MESSI IBRAIMOVITC ESTE CARA NÃO VAI DAR EM NADA EU FALEI ANTERIORMENTE QUE SE UM, TIME DO INTERIOR COM ESTÁ INSTRUTURA QUE TEM O TRICOLOR QUALQUER UM SERIA MELHOR O QUE FALTA MESMO E RAÇA OS PEQUENO TEM .NÃO VOU PERDER MAIS TEMPO VENDO JOGOS DO TRICOLOR POIS JÁ SEI QUE VAI PERDER COMO SEMPRE .

  2. Tudo bem que ele possa ter se assustado com o valor, mas com certeza esse empréstimo não teria sido aprovado caso a diretoria do SPFC não tivesse certeza absoluta de que é possivel manter esse valor. E outra, Aidar sabe muito bem como gerenciar e suas idéias são concretas e objetivas, com certeza ele só planeja o melhor para o clube e nada menos que isso.

  3. politicos & cartolas
    ???? qual e a diferenca ????
    nenhuma,
    apenas querem o poder, custe o que custar.
    Nao importa os meios, as estrategias sao sempre as mesmas.

  4. Vai afundar o SPFC.

    Nem chegou e já está cheio de marra.

    Afundou o SPFC com o JJ em 1988-90, vai fazer de novo.

    Conselheiros o que acontecer daqui para frente é responsabilidade de vcs!

  5. Meu deus… e esse é o cara que vai entrar no lugar do Juvenal…
    Acabamos de perder do PENAPOLENSE e ele fala de trazer Ibrahimovic, Messi, Cristiano Ronaldo (e nós convivendo com Douglas, Paulo Miranda, Maicon, Ademilson).

    Pois é. Mais 4 anos de frustração.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*