O São Paulo 1957

Este São Paulo tinha Zizinho e conquistou o titulo paulista depois de vencer
o Corinthians na final por 3×1.

Em pé:
Desordi, Poy, Sarará, Riberto, Vitor e Mauro.
Agachados:
Maurinho, Amauri, Gino, Zizinho e Canhoteiro.

6 comentários em “O São Paulo 1957

  1. Torço para o Tricolor desde essa final de 1957 e ao longo desses anos todos vi times e craques inesquecíveis, como Canhoteiro, Pagão, Gerson, Pedro Rocha, Raí, Muller, Careca, Pita, Roberto Dias, Oscar só para citar alguns.

  2. Tinha 12 anos, menino ainda. Assisti na TV, deu um sabor especial. Em seguida veio o orgulho de assistir sempre esse Time HONRADO, várias vezes campeão. Com Carlos A. Silva, Cilinho e Telê Santana o soberano era respeitado, assim como suas Diretorias. Hoje, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. O campeonato de 1957 foi o 1º que eu assisti pela TV Record com narração de Raul Tabajara e comentários de Paulo Planet Buarque. Já havia acompanhado pelas transmissões da Rádio Panamericana e matérias de A Gazeta Esportiva o campeonato de 1953 quando o SPFC contava com Poy, Savério e Mauro, Pé de Valsa, Bauer e Alfredo Ramos, Maurinho, Albella, Gino, Negri e Teixerinha. Tirando Roberto Dias, meu maior ídolo do SPFC a dupla Zizinho e Canhoteiro foi uma das formações mais brilhantes que passaram pelo nosso tricolor.

  4. Apenas um detalhe, o volante titular desse time era DINO SANI, cracaço de bola. Contundido, não atuou nesse jogo, sendo substituído por Sarará, que acabou eternizado na foto do time campeão…

  5. Foi o primeiro título de campeão que assisti ao vivo… no célebre jogo final contra o time da zona leste. 3 a 1 e um show de bola de Mestre Ziza e Canhoteiro. Certa vez, ouvi uma entrevista com o Idário, jogador dos galinhas que era incumbido de marcar o Canhoteiro – o mago – que na semana de clássico ele não dormia diante do pesadelo de ter que marcar o maior ponta-esquerda de todos os tempos. Canhoteiro foi e sempre será o meu maior ídolo como jogador de futebol. Aliás, mestre Ziza em sue livro de memórias relata, de forma clara, que o Canhoteiro merecia ter um reconhecimento maior do que teve, pois fazia do lado esquerdo, tudo o que Mané Garrincha fazia na direita.

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